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Reticências…
Posted on janeiro 5th, 2010 6 commentsMais um ano que passa. 2009 já se foi, sendo que um dia desses eu estava contemplando a tal chegada do novo milênio. Aliás, se observarmos bem, a primeira década deste primeiro século de um novo milênio, passou por nós como um flash.
Dia desses eu estava observando chegar o ano 2000 e agora já estamos em 2010. Ano que é referência a outro filme que não foi do Kubrick, mas pelo menos é tido como continuação do clássico 2001, Uma Odisséia no Espaço.
2009 marcou o ano que me despedi de São Paulo. Foi duro, só hoje consegui postar sobre meu adeus à maravilhosa Sampa de minha vida. O fechar de portas no último dezembro foi um ritual de passagem importante para mim. Acho que não foi por acaso que resolvi voltar de carro, o que ainda há de render um post próprio pela emoção da viagem, enquanto eu deglutia a separação com a melhor metrópole da América Latina. Até hoje, mesmo a tendo contemplado do avesso do avesso, ainda não a decifrei por completo. Acho que são poucos, mas o início de tudo é entendê-la diversa e completa na diferença. Lá, imagino que o Ibirapuera deve estar lindo em meio ao caos de sempre.
Sempre começo o ano de forma lenta. 2010 não está sendo diferente. Uma ressaca que extrapola as comemorações de final de ano e o medo que atinge alguns com a chegada de mais um ano novo. Na verdade é cansaço mesmo às tantas inquietudes da vida. Nada que um bom filme ou um bom livro à noite não resolvam.
Fui ao mar. Al Mare de Fortaleza. Dia espetacularmente claro, sol implacável. Boas companhias. O verde mar alencarino como testemunha, além da brisa gostosa que só o Ceará tem. Energias recarregadas, isso é bom.
O ano começa com uma interrogação grande escrita nas dunas. Algo indecifrável ainda. O que é certo, penso, é que em nossas vidas temos uma grata liberalidade de termos a agenda em branco. Mesmo que tentemos escrever algo, ondas e mais ondas podem apagar tudo num átimo. Minha agenda, em que pesem compromissos profissionais e outros nem tanto, continua indelevelmente apagada. Vai sendo escrita a cada dia, a cada hora. O céu é o limite nosso de cada dia. Saibamos utilizar isso com mais sabedoria.
E La nave va…
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Descompasso
Posted on dezembro 8th, 2009 No commentsRetratos da Vida – Meu pensamento trafega entre os ares cálidos alencarinos e os pampas do Sul. Minha alma acompanha, e pensa nos verdes mares, nos verdes campos, nos verdes olhos da mulher que mira à distância minha íris, distantes. À mesma cor que percorre de cor os mares de minha terra. Se há mares, se amares…
Em tantas planícies, em tantos lugares, alhures, algures, algozes de minha alma que ruma errante nos cantos do mundo, teus olhos inebriantes me dissipam a noite de “fog” e a dor lancinante.
No vídeo, Claude Lelouch baila sua arte à sétima proporção dos acordes de Ravel, Retratos da Vida me emociona os olhos cansados, notívagos, tristonhos. Um Bolero ao fim da noite me faz lembrar de você, enquanto minha saudade vaga, clemente, entre os mares do norte e os pampas do sul, sem norte ao sul, quiçá, assaz de sorte ao norte, tão cru. Le Grand Cru et mon amour, ne pas possible…
A vida claudicante, errante, nascente e crescente, trafega entre nossos polos, mas de tudo que me aflige a alma que escorre pelas ladeiras da Liberdade paulistana, somente me aguça a curiosidade o refletir no porquê de meu sono perder o rítmo às noites, ao ver em sonho o verde de teus olhos indecentes.
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Retalhos Esquecidos
Posted on novembro 29th, 2009 1 commentLetras Esquecidas – Novamente em Sampa, após uma breve incursão a Fortaleza. No retorno, arrumando a mochila e à procura do Passaporte, encontrei alguns retalhos poéticos, escritos há quase quatro anos, em solo Asiático. No meio das duas páginas, idéias que utilizei para um post publicado aqui mesmo, em Fevereiro de 2006 e outras idéias que não mereceram mais atenção. Uma das poesias, poderia ter sido publicada, coisa que o farei agora, até porque já atingida pela preclusão do tempo que opera em todos os corações mais do que a mudança do rítmo cardíaco.
Um Acróstico Perdido no Tempo
Juntas meus versos em retalhos
Olhar-te-ei a beleza distante
Singras à cor da tela amarela
Irradias mil sóis, nau errante
Nasce dos belos olhos de menina
Esta poesia que partiu há dias
Senhora do meu amor de antes
Escrito em Seoul, no adormecer do inverno de 2006
01/02/2006
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Poli Sans Grafia
Posted on novembro 18th, 2009 4 commentsPoli sans grafia. Polissonografia.
Sono, sonho. Na antiga grécia, ágora de Deuses, reinava Morfeu.
Deus dos sonhos. Uníssonos, sonhos. Unidos no sonho.
Na grafia do exame, meço meus sonhos. À mente, não mente.
Na mitologia não sou ateu. Sonolentamente.
Em meus sonhos você apareceu, sorrateiramente.
Panis et circenses. Não, obrigado. Digo educadamente.
Em meio às tantas cifras e relituras, traduz meu sono, somente.
Explicadamente, diz que só eu, sonhei. Sorrateiramente.
Em meio às tantas crifras e releituras, eu vejo teu rosto.
Despudoradamente, no sonho que tive ao sono, sozinho.
Polianamente, tu surge em meu solo, solitariamente.
Teu lindo rosto, marcado para sempre, num exame.
Éter na mente, eternamente. Poligrafias em meu sono, sonho.
Sonho, sono. Na antiga grécia, ágora de Deuses, reinava Morfeu.
Poli sans grafia. Polissonografia.
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Sangue, Suor e Lágrimas Alvinegros
Posted on novembro 15th, 2009 6 commentsTiquinho Voltou ao Gramado do Castelão – Um jogo suado, esquisito, brigado. Lá estava o meu Ceará, lutando para, finalmente, voltar de onde não devia ter saído nunca. Quase duas décadas depois, o bravio time alvinegro enfrentava o Guarani de Campinas, em solo alencarino, para garantir o acesso à primeira divisáo do Brasileiro.
Não preciso dizer do meu amor pelo alvinegro, já estampado aqui neste blog por várias vezes. Dele já fui dirigente, advogado, além do torcedor e conselheiro que sou até hoje. A lembrança de torcer Ceará dista do ano de 1978, então com seis anos, quando lembro que meu pai desfilou comigo na sede Central de Fortaleza, do extinto BEC – Banco do Estado do Ceará, quebrando os protocolos normais que me iluminavam a doce infância. Eu, com a camisa do Ceará, carregado em seus ombros. Não existia cansaço nem tempo ruim, principalmente nos ombros de meu pai, daquele momento ímpar que foi talvez o definitivo pelo amor ao Ceará. Andamos pelas ruas do Centro até chegar na agência onde ele trabalhava, saudando os torcedores e brincando com os adversários, no dia seguinte à conquista do título Estadual de 1978. Meu pai, mais do que feliz e irradiante pelo Tetracampeonato do Ceará, incansável na celebração da vitória, carregou nos ombros, além do próprio filho, um amor que nem mesmo a gente consegue explicar bem até hoje. Até ali, embora o título de 1915-1919 já tivesse sido conquistado, ainda não restava homologado, coisa que só foi no ano passado. Aliás, de cuja tarefa me orgulho de ter ajudado, ainda como Diretor Jurídico, juntando as documentações necessárias nos arquivos públicos e dando continuidade a um desejo quase secular. Depois coube ao meu sucessor e amigo, de quem me orgulho de ter indicado, Dr. Clarke Leitão, juntamente com outros ilustres colegas alvinegros, o ingresso na Justiça Desportiva para o esperado reconhecimento (mas isto já é outra estória, para outro texto).
Pois bem, naquele ano de 1978, um gol do atacante Tiquinho, deu ao Ceará o Tetracampeonato em cima do maior rival, o Fortaleza Esporte Clube. Daí a importância do Tetra nos meus alfarrábios mentais. Digamos que uma quarta geração de alvinegros (meu avó materno, meu pai, este que vos escreve e meus filhos), já merecia um retorno à Série A do Brasileiro. Aqui mesmo, conversando com meu filho mais velho, no alto, também, dos 06 (seis) anos de idade, ele me perguntava porque o nosso time não enfrentava costumeiramente os times de São Paulo, tão badalados pela mídia. Lembro que por mais que explicasse, não conseguia de fato, nem mesmo apelando ao manco psicológico de que nunca tínhamos caído para a Terceira, estávamos lá “empacados” na segundona. Não, isso não me consolava, muito menos explicava ao primogênito, o porquê de um orgulho bobo de comemorar tanto um não insucesso em vez da sonhada subida.
Falta, claro, o acesso à série A, agora tão próximo, tão ali na esquina. Pois ontem, todas essas emoções me afloraram à pele, aqui nesta distante São Paulo. Em campo, o Guarani e o seu iluminado goleiro Douglas, veio decidido a adiar nossa festa. Estádio lotado, jogadores nervosos, apagões de luz, foi uma partida que teve quase de tudo. Após o segundo gol da equipe Campineira, os temores de que poderíamos continuar na série B, voltaram a me afligir. Alguns torcedores saindo antes do final da partida me deixaram mais apreensivo ainda.
Em campo, dois jogadores que represento, em uma de minhas facetas profissionais cujo amor pelo futebol me levou a misturar-me mais ainda com a maior paixão do brasileiro, ao enveredar também pela profissão de empresário e procurador de atletas. Lá estavam eles: Mota, no ataque, talvez o jogador mais apaixonado por um time que já tive notícia, desde quando o conheci vi que o amor pelo Ceará Sporting Club era também compartilhado por ele, o que foi comprovado agora, quando tinha todas portas abertas, após uma temporada de sucessos em escala no exterior, abriu mão de várias propostas para voltar ao clube de Porangabuçú. Ele, aliás, um dos maiores guerreiros em campo que já pude conhecer. No banco, Arlindo Maracanã, de que admiro tanto a experiência, além da amizade que nutro por ele, não era opção nos planos do treinador Alvinegro naquele momento, embora seja uma arma estratégica quando acionado.
Voltando ao jogo, até o segundo gol do Guarani, portanto, ainda nutria as esperanças, mas já preocupado com o fantasma de mais uma segundona. Até que num lance do ala alvinegro, a bola chutada passa perto de Mota, em direção à meta do Guarani. O chute, nem tão forte assim, precisava de um toque a mais. Mota quase toca nela, mas a pelota passa em direção ao gol. Não sei de onde veio, se veio, mas uma curva mágica, daquelas que times iluminados, só eles tem, fez o quase invencível Douglas deixar passar aquele gol. Empate! Final de jogo com um ponto que certamente será o nosso pontinho da classificação, coroando a fantástica campanha até agora empreendida pelo Ceará. Naquele momento, me veio à mente que se tratava de um verdadeiro gol espírita. No mesmo estádio e gramado que consagrou o herói alvinegro Tiquinho, pensei nele dando aquele toque final de que tanto precisávamos, desviando a bola para dentro das redes adversárias, ajudando mais uma vez o time que tanto amou.
Tiquinho teve um final de vida que não mereceu, muito sofrido, pelo que tive notícia aqui minha temporada paulistana. Mas, nosso herói alvinegro, enquanto viveu, o fez às glórias de seu maior gol em 1978, o mesmo que tanto alinenta a minha lembrança, como a de tantos outros.
Espero que o gol de ontem, tenha sido também o gol da nosa classificação, que há de ser confirmada, quis Deus e o destino, aqui nesta São Paulo, onde se voltarão no próximo sábado os olhos e corações dos alvinegros espalhados pelo mundo. Tiquinho, que você descanse em paz e que nosso glorioso Ceará Sporting Club, o Vozão de Porangabuçu e sua armada alvinegra, conquiste o seu direito de voltar à chamada elite do futebol brasileiro! Ave, Ceará!!!!
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Céu da Brigadeiro
Posted on outubro 28th, 2009 No commentsFérias para que te quero – Não sei mais se ainda continuo enlaçado, ou resto ímpar em definitivo. Alfarrábios legais dizem o contrário do que foi a última semana, sem dividir espaço com a alma gêmea, depois das férias que nos demos mutuamente. Enfim. Enquanto curto sozinho São Paulo nestas semanas antes da mudança definitiva para Fortaleza, um filme passa ante meus olhos. Saudade de um lado, alívio de outro.
Estou reaprendendo a cozinhar. Talvez seja necessário num futuro breve. Volta aos exercícios e dieta também ajudam no desejo de voltar ao triatlo. São Paulo me parece mais acolhedora na despedida. Vontade de ficar. Vontade de nada fazer, de tudo fazer. Algumas páginas do livro vão sendo revisadas, finalmente a dor de enfrentar mais uma vez um monstro insone há tantos anos. Acho que publicarei aqui alguns trechos ou capítulo. Veremos.
Não tive tempo de assimilar os últimos 4(quatro) anos como deveria ter feito. O tom confessional é de propósito mesmo. Mudanças de tudo: de esporte, de manias, de casas, de Cidades, de sócios. Olho o meu sobrenome no cartão de visitas e não me reconheço tanto assim. Agora, sozinho e calado, escrevo mais do que antes e menos do que preciso. Falo menos do que de costume, o que me faz bem. Ouço mais a rádio que adoro aqui em Sampa: Eldorado Fm, cujo melhor Programa acabou de ser lançado: Rádio Blog, com a melhor de todas, Flávia Lopes e o ótimo Fábio Lima. O Programa, claro, já está com sua conta no Twitter também.
Entrementes, os círculos ao redor do Ibirapuera são cada vez mais simpáticos. As chuvas idem e o sol antes implacável, de um calor inquietante. Erra feio quem não entende esta Metrópole que age em uníssono. Um acorde quase perfeito formado por tantas notas dissonantes. Por isso que também acontece alguma coisa em meu coração… Na trilha sonora do Ipod, desde a inesquecível música que marca a largada do Iroman Brazil (can you feel it?) até passagens de Óperas. Tudo combina com o ambiente diverso e natural do lindo Parque paulistano.
Os dias vindouros hão de promover chuvas, frio e trovoada. É o que o meu boletim meteorológico afirma. Tanto faz, à minha frente, só antevejo o céu da Brigadeiro.
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Manhã de Sol no Ibirapuera
Posted on outubro 24th, 2009 No commentsThe “Beast” is Back – Hoje resolvi tirar a poeira do tênis velho, procurar nas malas as roupas antigas de corrida e me lancei no caminho do Ibirapuera. Não foi um dia qualquer: parque repleto de crianças, casais, muitas mulheres grávidas. Um dia alegre cheio de energia boa mesmo. E a carruagem de apolo surgiu implacável no céu azul que nos vigiava hoje.
Resolvi em definitivo retornar às caminhadas. Nenhum local me parece melhor do que o Ibirapuera em São Paulo. É o meu remanso (e de muitos paulistanos também. Hoje, nada exagerado, apenas 5k de caminhada/trote, até que a musculatura saiam da inércia de dois anos parados desde a última prova (se não me falha a memória, uma corrida de aventura que fiz com os amigos em Fortaleza, na bela praia da Taíba, logo após o Ironman). De lá para cá, praticamente nada. Mas, enfim, adoro desafios. O meu relógio Garmin 405 Forerunner, funcionou que foi uma beleza. Maravilhoso equipamento, muito melhor que o 305, já baixei o exercício e fica disponível também a visualização através do Google Earth. Segue uma prévia aqui, onde os mais entendidos verão como dois anos de esbórnia etílica deixam o indivíduo fora de forma. O inverso é maravilhosamente verdadeiro, veremos depois, espero.
Voltando ao dia de sol, no Ipod muito som que me lembrou a época de treinos pesados do triatlo, para incentivar. Me senti muito bem mesmo. Dá para sentir a simbiose perfeita que a adrenalina e a endorfina fazem na gente. Um dia, cujo roteiro poderia ter sido escrito com o som de Sunking como trilha sonora. Acho que estou de volta!
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A Próxima Musa
Posted on setembro 27th, 2009 7 commentsQuem Será, Será – Enquanto não firmamos o site do Twitter do Brasil, as eleições para as musas do Anomia/Twitter, que irão indicar uma Musa 2009 (segundo as indicações de nossos leitores) e votos dos nossos editores, vamos continuando por aqui. Depois da Denny, em breve anunciaremos aqui a Musa#2 do Anomia.
Alguns Esclarecimentos: Quais serão as próximas Musas? Quem será eleita a Musa do Twitter 2009? As Regras e demais detalhes estarão em breve no Site Twitter do Brasil, que é de minha autoria com o sócio Alexandre Dias, e esperamos colocá-lo logo à disposição de vocês. Enquanto isto, quer se candidatar ou conhece alguém que tem o perfil da #musadotwitter? quer indicar alguma musa? Envie e-mail para emersonddd@gmail.com. E nos desculpem os marmanjos que queriam concorrer (oops), mas declino de qualquer hipótese de criação de um Muso do Twitter, que já foi criado pelo blog Mulherzinhas.
Enquanto isso, curtamos um lance legal que descobri, um Widget que coloca música. E como o assunto é música, vai para a minha musa-mor, minha grande paixão, música que Caetano escreveu antes por sorte dele e azar meu, Você é Linda, para minha musa eternamente secreta.
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The Way You Look Tonight…
Posted on setembro 25th, 2009 3 commentsA Primeira Musa do Twitter/Anomia – Como um capítulo primeiro de alguns mais, tomo este período maravilhoso de minha vida, alto astral, para tornar pública a identidade da nossa primeira musa do Twitter, via Anomia. Obviamente uma Twiteira de marca maior e beleza e e leveza idem. Tem ela uma, duas, dez, talvez milhares de características que a componham e me façam compor à sua beleza. No entanto, fico apenas atento nestas parcas linhas, às que sempre me chamaram a atenção nela, nestes poucos mas marcantes meses de Twitter, desde quando a conheci fazendo campanha para iniciar os preparatórios do seu casamento, que se aproxima. Uma das principais belezas dessa doce menina, digo a vocês, é um olhar que só as musas têm. Daqueles que dizem mais do que necessitamos e menos do que precisavam. Tem também ela, os lábios que deixariam a atual Sra.Brad Pitt, com uma certa inveja, garanto. E, além disto tudo, já que a musa do Anomia não se destaca apenas pela beleza exterior que sempre será acessória de outros predicados mais importantes ainda, a dona do primeiro título de Musa do Anomia, é alegre, jovem, simpática e de um gosto musical ímpar.(comecei e quase não consigo parar de ouvir). Parece que me copiou no romantismo (cof! cof! cof!). E também, sempre quando está online, fala com todos que pode, não vive a preocupar-se se tem 100 ou 1000 seguidores – coisas que só as musas do Twitter sacam ser algo dispensável – e conquistou o espaço em nossos corações – pelo menos no meu tem um cantinho reservado para ela. E no dela, que já está devidamente compartilhado com a sua alma gêmea, o espaço de nós twiteiros é pequeno mas estamos por lá também, rezemos.

Lábios de Musa
Acima, eu publico os lábios mais bonitos de nosso Twitter brasileiro. Que há de ser publicado no Site homônimo, assim que estiver no ar: Twitters do Brasil, como nossa Musa #1. Parabéns Denny, sua beleza cativa e é merecedora desta pequena homenagem, gauchinha linda de cujos olhos brilhantes de emoção tanto iluminam teus amigos e seguidores!

Olhos de Denny
UPDATE: Quais serão as próximas Musas? Quem será eleita a Musa do Twitter 2009? As Regras e demais detalhes estarão em breve no Site Twitter do Brasil, que é de minha autoria com o sócio Alexandre Dias, e esperamos colocá-lo logo à disposição de vocês. Enquanto isto, quer se candidatar ou conhece alguém que tem o perfil da #musadotwitter? quer indicar alguma musa? Envie e-mail para emersonddd@gmail.com. E nos desculpem os marmanjos, mas declino de qualquer hipótese de criação de um Muso do Twitter, que já foi criado pelo blog Mulherzinhas.
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A Musa do Twitter no Anomia – Finalmente
Posted on setembro 21st, 2009 5 comments
Twitando à Praia
Sobre Musas, Twitters do Brasil e Púlpito Virtual – Sem as mulheres, o público do Twitter não passaria de 10% (e olhe lá) do que temos hoje. Aliás, mundo que é bom…não passaria de uma chata poeira cósmica sem nenhuma testemunha ocular para reclamar dele!
Portanto, dando continuidade às novidades que já anunciamos, este humilde poeta irá publicar aqui, de vez em quando, uma homenagem a algumas Twitteiras que tanto abrilhantam nossos momentos na net e também se destacam por sua beleza, interior e exterior, por sua perspicácia. E claro - e principalmente – em função de suas qualidades no Twitter, afinal de contas não adianta parecer a Vênus de Milo e não atualizar a sua conta há dois milênios. Ou pior, ser linda e famosa como a Mônica Belluci e fora a agenda pública (escrita por um Ghost Writer mau humorado), os raros Twits são dirigidos a outros “famosos”, ou uma meia dúzia de insultos a fãs adolescentes.
Aceitamos dicas e sugestões e às escolhidas (via mensagem no Twitter com a Hashtag #musadoanomia ou por e-mail). Aos poucos, às escolhidas, enviaremos um pedido de publicação de foto e da homenagem. Parafraseando o poetinha maior de nossa brasilidade, o sábio Vinícius da Cruz de mello Moraes, as feias que me perdoem, pero beleza sei não, mas simpatia, inteligência e muita joie de vivre nos twits são fundamentais. Esta coluna, fará parte do site Twitter do Brasil (conhecido no Twitter pela Hash #TdoB) em forma de eleição mensal ou trimestral , que ainda não saiu da fornalha porque o meticuloso Alexandre Dias está mais atarefado do que nunca, mas logo logo, como ele mesmo prometeu, estará no ar. Acreditem, depois que o @pulpitovirtual superou os 2000 seguidores, mal temos tempo, de nosso exíguo tempo no Twitter do #PV, para outras coisas da Internet (O Alexandre é empresário, cuja empresa desenvolve sites e trampa feito um louco no Portal dele). Este que vos escreve, @emersonanomia, além de advogado atuante no direito eletrônico e público, também é escritor nas horas vagas e empresário no ramo do desporto, fora a hercúlea tarefa de poeta). Mas somos, acima de tudo, ligados no que fazemos e doidos pelas mídias sociais, principalmente o Twitter. Enquanto isto, inicio por aqui a Coluna Musas do Twitter, neste Anomia. E a nossa primeira indicada a musa é…..(em breve divulgaremos)
E La nave va…







